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Pesquisa mostra que 12 perfis são responsáveis por 65% do conteúdo falso sobre vacinas, diz ONG

Foram analisados 812 mil posts no Facebook, Twitter e Instagram entre 1º de fevereiro e 16 de março de 2021. Quase dois terços de toda a informação falsa têm origem...

Por G1 em 19/05/2021 às 17:05:21

Foram analisados 812 mil posts no Facebook, Twitter e Instagram entre 1º de fevereiro e 16 de março de 2021. Quase dois terços de toda a informação falsa têm origem em publicações de 12 indivíduos.

12 perfis nas redes são responsáveis por 65% do conteúdo falso sobre vacinas, diz ONG

Andrew Couldridge/Reuters

Uma pesquisa mostra que 65% do conteúdo falso compartilhado sobre vacinas têm origem em 12 perfis nas redes sociais.

Os dados fazem parte de um relatório da ONG Centro de Combate ao Ódio Digital (na sigla CCDH, em inglês) e da Anti-Vax Watch, uma organização que monitora o movimento antivacina nos Estados Unidos.

Conteúdo falso antivacina cresce 131% em rede social com início da imunização contra Covid

Foram analisados 812 mil posts no Facebook, Twitter e Instagram entre 1º de fevereiro e 16 de março de 2021. Quase dois terços de toda a informação falsa têm origem em publicações dos 12 indivíduos.

Contas continuam ativas

A CCDH, que tem sedes nos Estados Unidos e Reino Unido, divulgou as informações originalmente em março passado e alerta que os "12 da desinformação", como são chamados no relatório, continuam ativos nas redes sociais.

"[Eles] continuam operando no Facebook, Twitter e Instagram. Conteúdo falso e enganoso produzido pelos 12 indivíduos e suas organizações foram visualizadas até 29 milhões de vezes no mês passado", disse a CCDH, em comunicado.

De acordo com a ONG, os líderes de Facebook e Twitter, e também do Google, foram informados sobre os propagadores do conteúdo falso em uma audiência no Congresso dos EUA, em 25 de março.

"Desde o interrogatório com os legisladores, o fracasso dos CEOs em cumprir suas promessas com ações permitiu aos '12 da desinformação' publicar 105 peças de desinformação", disse Imran Ahmed, CEO da CCDH.

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Fonte: G1

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